quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Curta metragem de arrepiar: Emma

Com o passar do tempo as pessoas vão ficando mais exigentes, e no ramo do horror isso não é diferente, ainda mais com os dias cada vez mais corridos, e nos deixando com cada vez menos tempo, mas aí vocês me perguntam: o que isso tem a ver com curtas Marciela? Eu respondo meus caros mundanos, tudo!
Afinal, dependendo de onde esteja é um tanto complicado desprender um tempo em demasia para algo que pode ser rápido, e se for um filme de terror curto, assustador e que vá direto ao ponto, mas que mesmo assim seja surpreendente é melhor ainda; por isso lhes apresento o curta Emma.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Casal Turpin: 13 filhos em cativeiro


Jovens com idades entre dois e 29 anos viviam em ambiente escuro e malcheiroso, presos a camas com correntes e cadeados na Califórnia. Pais são detidos e indiciados por tortura após uma das filhas conseguir fugir.Um casal foi detido e indiciado nesta segunda-feira (15/01) na Califórnia após a polícia descobrir que pai e mãe mantinham seus 13 filhos presos em casa em condições insalubres, alguns deles amarrados a camas.
A polícia descobriu o que ocorria na casa da família Turpin - em Perris, a pouco mais de 100 quilômetros de Los Angeles - quando uma das vítimas, uma jovem de 17 anos, conseguiu fugir. De um celular que encontrou na casa, ela ligou para a polícia.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Lendas de Paranapiacaba: o véu da noiva

Essa história começa com um amor proibido entre a filha de um operário da ferrovia e o filho do engenheiro-chefe, que era inglês. Sendo a moça católica e o rapaz protestante, ele contraria todas as tradições e aceita se casar com a moça, já marcando o casamento.
Em conjunto, todos os operários se unem e encomendam um vestido de noiva para a moça de uma estilista famosa da cidade de São Paulo. O véu era tão longo que chegava a ficar fora da porta da igreja.
O casamento seria na parte alta da vila, que era portuguesa. O rapaz teria que se converter ao catolicismo. Todos, até os britânicos, foram prestigiar o casal. De última hora o pai do rapaz não o deixa ir até a igreja, prendendo-o na adega de sua casa (dizem que seu espírito permanece neste local até hoje).

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Você já viu uma cremação?

Olá mundanos!!! Observando alguns videos no youtube, acabei me deparando com algo que sempre tive curiosidade: Cremação. Aposto que muitos que leem este blog já devem ter tido ou tem essa curiosidade, afinal não é todo dia que vamos a um enterro, e também nem sempre vemos o desejo da família de que o corpo seja cremado, por isso trago para vocês um vídeo bem básico desse processo pra lá de mórbido, mas garanto que perto de outras profissões tão mórbidas quanto, como: coveiro, auxiliar de necrópsia, agente funerário e tanatopraxista, trabalhar com cremação deve ser fichinha.
Assistam ao vídeo e tirem suas próprias conclusões, é aterrorizante? Não, mas é curiosamente mórbido e bizarro.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Obeah: umas das religiões africanas mais antigas

Obeah é, talvez, a mais antiga de todas as religiões africanas no Caribe.   Seu nome é derivado das palavras Ashanti Obay-ifo ou Obeye, que significa mago ou bruxa.   Os ashantis ou Koromantyn africanos eram da Costa do Ouro, e por conta de sua religião e rebeldia, os franceses e espanhóis evitavam vendê-los e importarem como escravos.Assim, a prática de Obeah está confinada as Antilhas Britânicas, com variações em Guadalupe e na Martinica.   De acordo com Margarite Fernandez-Omos e Lizbeth Paravisini-Gerbert, Obeah "é uma religião complexa como um sistema de crenças enraizadas em noções crioulas de espiritualidade, que reconhece a existência e o poder do mundo sobrenatural".
Além disso, Obeah incorpora duas categorias básicas de prática:   magias, tanto boas como más, e práticas de cura baseadas na utilização de elementos do mundo natural. Obeah frequentemente era um conforto para os africanos deslocados e eles sabiam que poderiam contar com suas crenças para a cura e proteção.No entanto, as colonias  britânicas viam nessa religião Obeah algo ameaçador para proprietários de plantações, então sua prática foi proibida em muitas dessas colônias britânicas.
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